sábado, 10 de dezembro de 2011

Que vontade Peremptória de ser feliz!
Nunca me prometa algo que não possa cumprir. 
E quando houver a certeza de que aquilo que havia que era bom? 
O meu amor é capitalista. Ele sempre quer algo em troca. 
Não sei amar sem ser amado, nem sei perder meu tempo sofrendo. 
E quando o amor que sentimos se depara com os defeitos que temos? 
E quando não tiver amor no mundo, nem nada parecido com amor, do que as pessoas vão reclamar? 
A única felicidade que existe é a somatória dos momentos felizes que vivemos. 
Te amar não foi uma escolha. Tentar te esquecer foi. 
Aquilo que parecia amor era só paixão, e aquilo que parecia amizade era amor.